Anos antes da internet e do Playstation, uma das brincadeiras preferidas das crianças era formar figuras na parede através de sombras geradas por uma lanterna.
Essa construção já foi usada alguma vezes na propaganda, como nessa campanha para o Volks Phaeton.
Mas o que esperar quando iluminamos um monte de lixo? No caso de Tim Noble e Sue Webster estamos falando de arte.
É impressionante a riqueza de detalhes que é gerada a partir de objetos dispostos aparentemente ao acaso. Analisando a obra temos a impressão que estamos sendo ludibriados, que a luz vem de um outro ponto ou qualquer coisa que nos faça desacreditar na perfeição das formas.
A evolução de uma brincadeira infantil que se transformou numa linguagem artística diferenciada. É impressionante o que mãos, ou lixo, conseguem fazer.





